Partindo de uma breve contextualização histórica a respeito dos filmes sonoros, a ideia geral é aflorar as sensibilidades de escuta, as percepções acústicas, abordando as diferentes relações que o som pode ter com o cinema, perpassando desde a escrita do roteiro até a execução da obra cinematográfica. Pretende-se também pontuar o que é o som direto, a relação do departamento de som com outros departamentos (fotografia, arte, figurino e afins), as saídas criativas dentro dos filmes possíveis no contexto de baixíssimo orçamento, e o som dentro das etapas de feitura destes, desde a pré-produção até a pós-produção.
Janaína Lacerda
Formada em Cinema e Audiovisual pela UFPB, captou som direto em alguns filmes paraibanos, pernambucanos e cearenses, como os recentes Adão, Eva e o Fruto Proibido, de R.B. Lima; O Que Os Machos Querem, de Ana Diniz; Sangue Por Sangue, de Ian Abé e Rodolpho de Barros, entre outros. Atua como microfonista e assistente de som direto. Além disso, roteirizou e dirigiu dois curta-metragens nos últimos anos, Não Existe Pôr do Sol e Pedra-Mar.